Resolvi passar por cima de tudo o que me faz estagnar. Sou um corpo que anda sem rumo, vejo os transeuntes e admiro-os de longe. Até quando olhar as almas alheias e encher-me de nostalgia me faria bem? Chutei-os de meus horizontes e fico cá, comigo, sozinha, com minhas percepções sem dar espaços para simpatia e para a opinião que me aflige. Trago meu recado: Suportem-me, pois não terei mais que fugir.
Dando brilho as minhas artimanhas.
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