Fugi das ruínas, consegui escapar do monstro. Vieram me salvar, mas todas foram pegas, tornaram-se prisioneiras. Escapei da insensatez, do insano. A saudade foi minha principal luz, faltou-me ânimo para pôr o pé na estrada. Pensei, pensei e não pensei, tive preguiça de pensar e fiquei por lá. Por lá, por cá, quase nem fiquei. Esqueci que há luz lá fora. Há sol. E brilha. Enfim, enxerguei minha sombra. Tão queimada me esperando debaixo do sol, que ficou preta. Saí da caverna.
Acho q todos temos um cativeiro, as vezes precisamos fugir do mundo mesmo, mas só um pouco...
ResponderExcluirAbraço