Ela voltou. Encontrou-se andando por caminhos errados. Voltou para onde não queria voltar.
Seus trajes mudaram, sua face, já não é a mesma. Seu conto acabou, e o final não foi feliz.
Ela não diz coisas normais. Seu psiquiatra afirma que a própria afunda-se em suas próprias invenções.
Ela tormenta quem tem seu nome em mente. É rígida com os poetas de sua mente, ela não quer viver, pois vive sob verdades que são mentiras.
Brincar com coisas inofensivas para mostrar às criancinhas que são perigosas e vão se machucar, é missão dela mesmo. Atormentar as pobres crianças. Entrar em seus sonhos, inventar histórias de terror para os contos de fadas, que na verdade, consegue usar com facilidade um exemplo. Si mesma. Ela é medonha com os inocentes. Inocentes? Para ela ninguém é inocente.
Seu coração congelou, é fria, rígida, perigosa.
Quer conhecê-la? Impossível, pois ela é o quebra-cabeça mais difícil de se montar.
"Agora meus pesadelos sabem meu nome."
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
À moça. Que queria ser a lua.
Já era de noite, não havia nenhuma iluminação. Ela o esperava, sentada no ponto de ônibus. Só a luz da lua a iluminava. Resmungava furiosa, mas delicada pelo atraso de seu amado. E aquela cena ia se repetindo, mais uma vez.
- Ah, doce lua. Com você me identifico. Fica tão distante, mas com um brilho incrível, porém... Esse brilho não é seu. Engana a todos com sua falsa beleza, faz todos admirarem o que não é seu -. Suspirava, enquanto esperava.
Ia amanhecendo, e nada dele chegar. Alguns passantes pediam para ela não iludir-se, ir embora, pois ele não chegaria. Eles nem sequer conhecem o tal rapaz que a faz enlouquecer, embora, conheçam a moça até seu interior. A moça se mantia esperançosa.
Mais uma noite chegava.
- Ah, doce lua. Suas estrelas vivem ao seu redor, mas são tão pequenas, que mesmo juntas, são incapazes de se compararem a seu brilho.
Sua força de vontade em estar ali esperando era uma mistura de amor e solidão. Muitos achavam que aquela pobre moça, Só estava solitária, que não existia ninguém, que estava enlouquecendo. Carência. Mas ela não ligava. Acreditava, e acreditar para ela era tudo.
- Ah, doce lua. Tenho inveja de ti, pois mesmo com a certeza de algo que não existe, continua intacta. Sozinha, solitária, e com seu brilho encantador.
Ele não existia, nunca se fora, logo, nunca mais voltaria. E ela se mantia a comparar-se com a lua. Ela queria ser a lua.
- Ah, doce lua. Com você me identifico. Fica tão distante, mas com um brilho incrível, porém... Esse brilho não é seu. Engana a todos com sua falsa beleza, faz todos admirarem o que não é seu -. Suspirava, enquanto esperava.
Ia amanhecendo, e nada dele chegar. Alguns passantes pediam para ela não iludir-se, ir embora, pois ele não chegaria. Eles nem sequer conhecem o tal rapaz que a faz enlouquecer, embora, conheçam a moça até seu interior. A moça se mantia esperançosa.
Mais uma noite chegava.
- Ah, doce lua. Suas estrelas vivem ao seu redor, mas são tão pequenas, que mesmo juntas, são incapazes de se compararem a seu brilho.
Sua força de vontade em estar ali esperando era uma mistura de amor e solidão. Muitos achavam que aquela pobre moça, Só estava solitária, que não existia ninguém, que estava enlouquecendo. Carência. Mas ela não ligava. Acreditava, e acreditar para ela era tudo.
- Ah, doce lua. Tenho inveja de ti, pois mesmo com a certeza de algo que não existe, continua intacta. Sozinha, solitária, e com seu brilho encantador.
Ele não existia, nunca se fora, logo, nunca mais voltaria. E ela se mantia a comparar-se com a lua. Ela queria ser a lua.
domingo, 27 de dezembro de 2009
E o que fazer quando ninguém te enxerga?
Começando do zero. REcomeçando.
Andando em passos falsos para que criem uma imagem minha. Nem mesmo o tal que mora ao lado sabe dizer quem sou, ao certo. E se eu perguntar para o espelho, talvez nem o próprio saiba a resposta. Pode ser que meus olhos também se enganem, esteja vendo a pessoa errada. Malditos olhos que não vê o interior.
Já sumi, quem procura por mim? Quem se cansará mais rápido? Quem acredita que ainda estou nesse mundo? Quem desconfia que estou aqui?
Perguntas, perguntas, e mais perguntas, cuja resposta talvez nem exista.
Outrora, afundei-me em versos antigos, citados pelos melhores poetas, autores. Acreditava em cada palavra. No começo, com sorrisos e otimismo, tudo fluía bem, andava com os olhos fechados, achando que estava tudo dando certo, glorificando os "gênios", enquanto tudo dava errado. Que mel agradável vivia. Mas Afundei. Aos poucos fui caindo, e no fim, quando parecia sumir de vez, ainda tinha abismo para despencar. Então, puxava-me para baixo e eu me perguntava se tudo aquilo tinha fim. Era apenas mais uma pergunta sem resposta.
Mas que mel amargo, provei.
Sumi do mapa, sumi de vez, ninguém lembra de mim, fui esquecida.
E o que fazer quando ninguém te enxerga?
Andando em passos falsos para que criem uma imagem minha. Nem mesmo o tal que mora ao lado sabe dizer quem sou, ao certo. E se eu perguntar para o espelho, talvez nem o próprio saiba a resposta. Pode ser que meus olhos também se enganem, esteja vendo a pessoa errada. Malditos olhos que não vê o interior.
Já sumi, quem procura por mim? Quem se cansará mais rápido? Quem acredita que ainda estou nesse mundo? Quem desconfia que estou aqui?
Perguntas, perguntas, e mais perguntas, cuja resposta talvez nem exista.
Outrora, afundei-me em versos antigos, citados pelos melhores poetas, autores. Acreditava em cada palavra. No começo, com sorrisos e otimismo, tudo fluía bem, andava com os olhos fechados, achando que estava tudo dando certo, glorificando os "gênios", enquanto tudo dava errado. Que mel agradável vivia. Mas Afundei. Aos poucos fui caindo, e no fim, quando parecia sumir de vez, ainda tinha abismo para despencar. Então, puxava-me para baixo e eu me perguntava se tudo aquilo tinha fim. Era apenas mais uma pergunta sem resposta.
Mas que mel amargo, provei.
Sumi do mapa, sumi de vez, ninguém lembra de mim, fui esquecida.
E o que fazer quando ninguém te enxerga?
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Observações de uma suicida (Foi o que me disseram).
Caindo...
Caindo...
Estou chegando perto do chão. Quis experimentar um esporte radical.
O que descobri sobre ele, não foram coisas muito agradáveis.
Mesmo assim quis de experimentar.
Ainda caindo.
Não sei o que será daqui pra frente.
Não acho que vá morrer, se não, minha vida já teria passado diante dos meus olhos, eu acho.
Não sei como isso funciona.
Me disseram um dia:
- Se tudo estiver errado, jogue-se de um prédio, um super alto. O mais alto que avistar.
- Por quê?
- Você vai cair.
...
- Quando se der conta, ainda estará caindo. Será tudo muito lento.
- E quando eu terminar de cair?
- Você morrerá.
Acho que morrerei... Mas será tudo muito lento, certo? Então vou esperar mais um pouco até chegar lá em baixo e minha vida passar diante de meus olhos.
Caindo...
Estou chegando perto do chão. Quis experimentar um esporte radical.
O que descobri sobre ele, não foram coisas muito agradáveis.
Mesmo assim quis de experimentar.
Ainda caindo.
Não sei o que será daqui pra frente.
Não acho que vá morrer, se não, minha vida já teria passado diante dos meus olhos, eu acho.
Não sei como isso funciona.
Me disseram um dia:
- Se tudo estiver errado, jogue-se de um prédio, um super alto. O mais alto que avistar.
- Por quê?
- Você vai cair.
...
- Quando se der conta, ainda estará caindo. Será tudo muito lento.
- E quando eu terminar de cair?
- Você morrerá.
Acho que morrerei... Mas será tudo muito lento, certo? Então vou esperar mais um pouco até chegar lá em baixo e minha vida passar diante de meus olhos.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Alice e seus demônios.
Alice era misteriosa.
E querida por seus amigos.
Mas Alice prendia-se em demônios.
Toda noite,
Alice precisava lutar.
Lutar contra os demônios.
Eles eram fortes,
Mas Alice não os temia,
Pois ela também era.
Alice os esperava.
Ávida, tinha a esperança de acabar com todos eles.
Alice não se mostrava muito para os outros,
mas tinha um bom coração.
Um dia Alice encontrou o criador de seus demônios.
Ele havia voltado.
E o ajudou a matar os tais demônios.
Juntos, todos foram mortos,
mas um ainda estava vivo.
Um que ambos não sabiam que existiam.
Então, ele atacado foi.
Alice triste ficou.
Como criador, ele levantou-se e lutou psicologicamente contra o demônio.
O mais forte e poderoso demônio.
Ele descobriu que o tal demônio era a principal arma de Alice,
o principal "bem" que Alice tinha dentro de si.
O poder de Alice era o tal demônio?
E o poderoso demônio explicou-se,
era um fragmento de seu poder,
que poderia ser chamado também de "esperança".
Alice descobriu, que tinha inventado os demônios,
para que o criador deles voltasse.
Inconsolada, Alice chorou.
Chorou
E chorou.
Fez de seu escudo contra os demônios, uma arma.
E sem piedade, matou o tal demônio.
E todos os outros que viviam dentro dela.
E ela se foi, para nunca mais voltar.
E querida por seus amigos.
Mas Alice prendia-se em demônios.
Toda noite,
Alice precisava lutar.
Lutar contra os demônios.
Eles eram fortes,
Mas Alice não os temia,
Pois ela também era.
Alice os esperava.
Ávida, tinha a esperança de acabar com todos eles.
Alice não se mostrava muito para os outros,
mas tinha um bom coração.
Um dia Alice encontrou o criador de seus demônios.
Ele havia voltado.
E o ajudou a matar os tais demônios.
Juntos, todos foram mortos,
mas um ainda estava vivo.
Um que ambos não sabiam que existiam.
Então, ele atacado foi.
Alice triste ficou.
Como criador, ele levantou-se e lutou psicologicamente contra o demônio.
O mais forte e poderoso demônio.
Ele descobriu que o tal demônio era a principal arma de Alice,
o principal "bem" que Alice tinha dentro de si.
O poder de Alice era o tal demônio?
E o poderoso demônio explicou-se,
era um fragmento de seu poder,
que poderia ser chamado também de "esperança".
Alice descobriu, que tinha inventado os demônios,
para que o criador deles voltasse.
Inconsolada, Alice chorou.
Chorou
E chorou.
Fez de seu escudo contra os demônios, uma arma.
E sem piedade, matou o tal demônio.
E todos os outros que viviam dentro dela.
E ela se foi, para nunca mais voltar.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Arthur ♥
Existia um garoto,
de cabelos cor de fogo.
Ele era esperto.
Existia uma garota,
de cabelos escuros,
Admirava a esperteza do garoto.
O garoto esbanjava simpatia e companheirismo.
Sem perceber, ele melhorava o humor da garota.
Eles tinham os mesmos gostos, e quase o mesmo modo de pensar.
Em pouco tempo viraram amigos próximos, embora nunca tenham se encontrado.
Ele não tem regras, é comum, mas sabe pensar.
A garota gosta de pessoas não-complexas e quem sabem pensar.
Ele Também não tem o costume de debater assuntos óbvios, pois o que ele pensa parte de sua mente e fim, ninguém precisa o entender se ele já o entende.
É rápido no pensamento.
A garota também gosta disso.
Eles são iguais,
e a cada dia que passa, suas conversas ficam mais agradáveis.
Eles até mesmo amam a mesma coisa,
e quando essa coisa está ruim, o sofrimento é igual.
Mas divido, pois eles sabem dividir isso.
Eles são amigos.
E se dão tão bem...
de cabelos cor de fogo.
Ele era esperto.
Existia uma garota,
de cabelos escuros,
Admirava a esperteza do garoto.
O garoto esbanjava simpatia e companheirismo.
Sem perceber, ele melhorava o humor da garota.
Eles tinham os mesmos gostos, e quase o mesmo modo de pensar.
Em pouco tempo viraram amigos próximos, embora nunca tenham se encontrado.
Ele não tem regras, é comum, mas sabe pensar.
A garota gosta de pessoas não-complexas e quem sabem pensar.
Ele Também não tem o costume de debater assuntos óbvios, pois o que ele pensa parte de sua mente e fim, ninguém precisa o entender se ele já o entende.
É rápido no pensamento.
A garota também gosta disso.
Eles são iguais,
e a cada dia que passa, suas conversas ficam mais agradáveis.
Eles até mesmo amam a mesma coisa,
e quando essa coisa está ruim, o sofrimento é igual.
Mas divido, pois eles sabem dividir isso.
Eles são amigos.
E se dão tão bem...
sábado, 19 de dezembro de 2009
(...) E traga-me de volta.
Não beba, não fume, não coma, não levante, não leia, não estude. Acompanhe outros 'não's.
Corte-me, ofenda-me, humilhe-me, xingue-me, maltrate-me, isole-me, desgaste-me, atrofie-me, machuque-me, rasgue-me, quebre meus dedos, queime-me, desidrate-me.
Imagine coisas ruins sobre mim, acabe com sua voz gritando comigo, tire sangue de meu corpo, destrua-me, acabe comigo...
E traga-me de volta quando essa hemorragia emocional passar e o mundo acabar.
Corte-me, ofenda-me, humilhe-me, xingue-me, maltrate-me, isole-me, desgaste-me, atrofie-me, machuque-me, rasgue-me, quebre meus dedos, queime-me, desidrate-me.
Imagine coisas ruins sobre mim, acabe com sua voz gritando comigo, tire sangue de meu corpo, destrua-me, acabe comigo...
E traga-me de volta quando essa hemorragia emocional passar e o mundo acabar.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Só os fortes não amam.
"A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação."
O amor é algo que o humano constrói. Coisa que vem da imaginação. Com uma simples atração, é criado o desejo de estar sempre com uma certa pessoa, querer o seu bem, afeição. É só atração. Falta os tolos perceberem isso. Mas para isso há vários tipos e formas de amar. Amor efêmero, por exemplo, o que acontece na maioria dos casos.
Amor pode ser ensinado sim. A afeição por alguém pode aumentar, o amor pode surgir. O gostar, e depois... AMAR!
Besteira aqueles que sofrem por amor. Desgostar é tão fácil e simples. Chorar, se lamentar, agonizar-se por alguém... Isso não existe. Basta ter outra pessoa, daí fica mais fácil esquecer.
O amor pode ser desfeito. Alguém pode deixar de amar. É assim que funciona os "ex-relacionamentos". Amor bobo, fácil, tênue de se quebrar, assim funciona um "ex amor", pois amor que é amor não se esquece. Nunca.
O amor é algo que o humano constrói. Coisa que vem da imaginação. Com uma simples atração, é criado o desejo de estar sempre com uma certa pessoa, querer o seu bem, afeição. É só atração. Falta os tolos perceberem isso. Mas para isso há vários tipos e formas de amar. Amor efêmero, por exemplo, o que acontece na maioria dos casos.
Amor pode ser ensinado sim. A afeição por alguém pode aumentar, o amor pode surgir. O gostar, e depois... AMAR!
Besteira aqueles que sofrem por amor. Desgostar é tão fácil e simples. Chorar, se lamentar, agonizar-se por alguém... Isso não existe. Basta ter outra pessoa, daí fica mais fácil esquecer.
O amor pode ser desfeito. Alguém pode deixar de amar. É assim que funciona os "ex-relacionamentos". Amor bobo, fácil, tênue de se quebrar, assim funciona um "ex amor", pois amor que é amor não se esquece. Nunca.
Um Romance fracassado.
Um dia nublado,
Um olhar desesperado,
Um anjo desanimado,
Um cloreto inundado,
Um dia parado,
Um segredo contado,
Um retrato montado,
Um muro pixado,
Um copo derramado,
Um bar fechado,
Um jogo pausado,
Um beijo roubado,
Um amor derrubado.
Um romance fracassado.
Um olhar desesperado,
Um anjo desanimado,
Um cloreto inundado,
Um dia parado,
Um segredo contado,
Um retrato montado,
Um muro pixado,
Um copo derramado,
Um bar fechado,
Um jogo pausado,
Um beijo roubado,
Um amor derrubado.
Um romance fracassado.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Pode soar piegas, mas é desabafo e todos vocês vão ler isso.
Escrevo. Escrevo uma vida em um caderno que, por mais engraçado, estúpido e anormal que seja, não obedece aos meus planos. As palavras se voltam contra mim e não consigo mais gostar das pessoas por isso. São pragas que se infiltram na MINHA vida. Vivo sem precisar de ninguém, mas elas fazem eu depender dos outros.
Não exijam mais minhas respostas, que eu seja simpática, carinhosa ou simplesmente que goste de alguém, isso nunca acontecerá e quero que me esqueçam.
Hoje, justamente as únicas pessoas que eu consigo suportar, são as que não conheço. Essas sim não interferem no meu modo de viver. Os outros, vivem suas vidas patéticas incomodando-me.
Posso parecer rebelde ou louca e não espero o melhor, pois ninguém entende o meu modo de pensar porque ninguém vai entender o meu modo de pensar.
O fato é:
Poucas coisas ainda me agradam.
Fim do desabafo
Escrevo. Escrevo uma vida em um caderno que, por mais engraçado, estúpido e anormal que seja, não obedece aos meus planos. As palavras se voltam contra mim e não consigo mais gostar das pessoas por isso. São pragas que se infiltram na MINHA vida. Vivo sem precisar de ninguém, mas elas fazem eu depender dos outros.
Não exijam mais minhas respostas, que eu seja simpática, carinhosa ou simplesmente que goste de alguém, isso nunca acontecerá e quero que me esqueçam.
Hoje, justamente as únicas pessoas que eu consigo suportar, são as que não conheço. Essas sim não interferem no meu modo de viver. Os outros, vivem suas vidas patéticas incomodando-me.
Posso parecer rebelde ou louca e não espero o melhor, pois ninguém entende o meu modo de pensar porque ninguém vai entender o meu modo de pensar.
O fato é:
Poucas coisas ainda me agradam.
Fim do desabafo
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
A estrada
Que a tua fé não te engane, que o teu juízo não te traia, que os seus pecados não se exponham de tal forma. Pior e pior, sempre piorando.
Sublime fumaça cinzenta que cobre toda a estrada, flagelando meus olhos. Não só os meus, mas de todos os caminhantes.
Estratégias são o que me restam. Posso testar minha sorte, ou confiar em meus pés, mas nem a pouca luz ilumina meus passos.
Lá vai a vítima que erra o passo. Boçal é aquele que gosta de ludibriar o bote da cobra. Estúpido é aquele que confia nos seus sentidos esquecendo de que, aquilo não depende de si. Amigos são os olhos que conseguem enxergar uma estrada tranquila.
O caminho não é mau, apenas perigoso. Perigoso para quem se incapacita de ver o que tem a frente. Medo, pavor. Um passo falso e estará tudo perdido.
Que perfume agradável, doce moça. Qual a marca? Sublime, encantador. Mesmo assim, não irá conseguir tirar minha atenção de minha estrada. Perigosa, quieta e escura estrada.
O Pequeno medo que há em mim começa a ervair-se lentamente. Cada palavra mentalizada, um passo para trás. O que foi dado não pode me enganar, porém, Olhos e ouvidos bem abertos. Está tudo mal montado, fazendo do mais agradável, um âmbito insípido.
De sublime e deveras, o pavor está conseguindo deixar a fumaça sórdida, destacando-se por ser pútrido. Ecoando pelo ar, nem mesmo o agradável perfume da doce moça consegue rasgar tal fato. O que poderá deixar-me seguro ?
Agora só o meu faro.
Sublime fumaça cinzenta que cobre toda a estrada, flagelando meus olhos. Não só os meus, mas de todos os caminhantes.
Estratégias são o que me restam. Posso testar minha sorte, ou confiar em meus pés, mas nem a pouca luz ilumina meus passos.
Lá vai a vítima que erra o passo. Boçal é aquele que gosta de ludibriar o bote da cobra. Estúpido é aquele que confia nos seus sentidos esquecendo de que, aquilo não depende de si. Amigos são os olhos que conseguem enxergar uma estrada tranquila.
O caminho não é mau, apenas perigoso. Perigoso para quem se incapacita de ver o que tem a frente. Medo, pavor. Um passo falso e estará tudo perdido.
Que perfume agradável, doce moça. Qual a marca? Sublime, encantador. Mesmo assim, não irá conseguir tirar minha atenção de minha estrada. Perigosa, quieta e escura estrada.
O Pequeno medo que há em mim começa a ervair-se lentamente. Cada palavra mentalizada, um passo para trás. O que foi dado não pode me enganar, porém, Olhos e ouvidos bem abertos. Está tudo mal montado, fazendo do mais agradável, um âmbito insípido.
De sublime e deveras, o pavor está conseguindo deixar a fumaça sórdida, destacando-se por ser pútrido. Ecoando pelo ar, nem mesmo o agradável perfume da doce moça consegue rasgar tal fato. O que poderá deixar-me seguro ?
Agora só o meu faro.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Abingdon Boys School - Dress
"Por que eu não sou como o vento, como as nuvens ?
Por que não há asas que possam me levar até o céu ?
Por que não sou como as estrelas , como a lua ?
Envolto por tudo
Por que não há asas que
Se dissolvam na noite ?
Por que eu não sou como o vento , como as nuvens ?
Por que não há asas que possam me levar até o céu ?"
Por que não há asas que possam me levar até o céu ?
Por que não sou como as estrelas , como a lua ?
Envolto por tudo
Por que não há asas que
Se dissolvam na noite ?
Por que eu não sou como o vento , como as nuvens ?
Por que não há asas que possam me levar até o céu ?"
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Eu tenho medo da morte.
Eu não tenho medo da idéia de que vou morrer, isso é fato, todos nós sabemos. Eu tenho é medo da morte.
Não queiram dar uma de durões, todos têm. Ninguém morreu fisicamente para dizer-me o que tem do outro lado, então, eu tenho medo sim. É normal o ser humano temer o que não conhece.
Eu já aceitei o fato de que irei morrer, pois "A única certeza da vida é a morte" - Para mim é uma das únicas frases reais que podemos atribuir a vida de todos -, porém, me assusta.
Para qual caminho você irá quando morrer? Não bate a curiosidade junto com o pavor e o medo? Claro.
Eu quero continuar sendo normal, então... Eu tenho medo da morte.
Não queiram dar uma de durões, todos têm. Ninguém morreu fisicamente para dizer-me o que tem do outro lado, então, eu tenho medo sim. É normal o ser humano temer o que não conhece.
Eu já aceitei o fato de que irei morrer, pois "A única certeza da vida é a morte" - Para mim é uma das únicas frases reais que podemos atribuir a vida de todos -, porém, me assusta.
Para qual caminho você irá quando morrer? Não bate a curiosidade junto com o pavor e o medo? Claro.
Eu quero continuar sendo normal, então... Eu tenho medo da morte.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Dúvida ou vontade de fazer o que não é certo?
Dúvida ou vontade de fazer o que não é certo?
A luz da lua me abraça,
e as palavras ecoam em minha mente.
O que sai de minha boca é falha.
Dúvida ou vontade de fazer o que não é certo?
Minha ética é duvidosa,
Deveria e não posso.
O que sinto afinal?
Dúvida?
Eu quero.
Não quero.
Eu posso.
Não posso.
Ou vontade de fazer o que não é certo?
O complicado é prático,
mentes comuns não entenderão,
Por isso não entendo mais.
Dúvida ou vontade de fazer o que não é certo?
Tenho vontade,
que vontade complicada,
que vontade estranha.
Vontade de fazer o que não é certo:
De me enganar,
Eu não te amo mais!
A luz da lua me abraça,
e as palavras ecoam em minha mente.
O que sai de minha boca é falha.
Dúvida ou vontade de fazer o que não é certo?
Minha ética é duvidosa,
Deveria e não posso.
O que sinto afinal?
Dúvida?
Eu quero.
Não quero.
Eu posso.
Não posso.
Ou vontade de fazer o que não é certo?
O complicado é prático,
mentes comuns não entenderão,
Por isso não entendo mais.
Dúvida ou vontade de fazer o que não é certo?
Tenho vontade,
que vontade complicada,
que vontade estranha.
Vontade de fazer o que não é certo:
De me enganar,
Eu não te amo mais!
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